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OS KOGI E A GEOBIOLOGIA

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Por Christan Hummel
CHBABA@aol.com
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Queridos facilitadores da geobiologia (GB),

Acabo de voltar do encontro com Drunvalo, em seu intensivo de um dia, em SF. Fui orientada a ir no último minuto, e acredito ter sido uma experiência de mudança total de vida. Tom, Deanna e David também estavam lá. Espero que cada um deles transmita alguma coisa de sua experiência, que foi muito valiosa para eles e para vocês também.

O que aprendi e experimentei, para mim, muda completamente a natureza deste trabalho, bem como o das oficinas de Co-Criação Consciente (CCC). Acho que esta é a razão pela qual o Espírito estava evitando os outros CCCs. (Tive de cancelar os dois últimos na Califórnia, por não ter havido nenhuma inscrição!) Acredito agora que tive que passar por isso antes de prosseguir. Estou aprendendo em todo esse processo de ser um co-criador com a Natureza, que a flexibilidade é realmente uma CHAVE. Tenho de estar continuamente disposto a abandonar "meus" planos e mudar diante do sinal do momento, se isso for o que a Mãe Terra está querendo fazer. Este é realmente um desafio para mim.

Durante o intensivo, Drunvalo e eu tivemos a oportunidade de passar mais tempo juntos do que o comum em eventos desse tipo, e ele foi muito solidário, encorajando-me quanto a esta maneira de relacionar-se com a vida que ele compartilhava conosco, em nosso trabalho atual com os devas. Essa experiência que ele compartilhava conosco, movera-o muito mais na direção da abordagem da vida pelo lado feminino e pelo lado direito do cérebro. Muito mais centrado no coração, e menos na cabeça. Ele parece ter uma compreensão e um respeito mais profundo pelo trabalho que realizamos com os devas.

Ele estava convencido de que essa nova maneira de sentir e de ser é uma chave crucial para mudar nossa atual condição aqui na Terra e fazer surgir a harmonia em nosso ambiente, para o que todos nós trabalhamos. Embora inicialmente eu não fosse capaz de perceber o valor e a aplicação daquilo que ele contava, na manhã seguinte comecei a compreender muito mais profundamente o significado do que ele nos dizia.

Concordo com ele em que as soluções para os problemas da Terra não podem vir de uma abordagem estritamente baseada no lado esquerdo do cérebro e na tecnologia. As abordagens baseadas no lado esquerdo e no lado direito precisam ser unificadas para produzir a sinergia necessária para resolver os problemas da Terra que estamos tentando enfrentar. Este é o motivo pelo qual o trabalho com os devas e o trabalho com o harmonizador precisam proceder lado a lado para serem efetivos. O que está acontecendo com o acréscimo dessa nova peça ao quebra-cabeça é que ela revela para nossa mente consciente um aspecto da abordagem feminina que nunca foi formalmente ensinada antes. Essa compreensão é mantida viva por um grupo de seres chamados Kogi, que vivem nas montanhas da Colômbia. [Ver KOGI em <A HREF=http://www.drunvalo.net> drunvalo</A> para maiores informações sobre isso.] Embora a maioria da humanidade tenha perdido esse conhecimento, ele ainda faz parte de nossa genética. A lembrança dessa antiga forma de comunicação restabelece novamente nosso relacionamento harmonioso com a Mãe Terra.

O que experimentei é difícil de ser descrito em palavras, principalmente por e-mail, mas tem a ver com a conexão com a Mãe de uma maneira que nos conecta com toda a vida, e A PARTIR DESSE PONTO nós nos movimentamos pela realidade de uma maneira totalmente diferente. É um modo feminino de relacionar-se com a natureza através de sons, sentimentos, figuras e imagens. A maneira que estávamos ensinando a como comunicar-se com os devas, e mesmo nas oficinas de CCC, era uma espécie de telepatia que ainda era da mente, e de natureza masculina. Essa outra maneira vem do coração, de modo muito específico, que não envolve a mente e só pode ser sentida e experimentada.

Os Kogi entraram em contato com Drunvalo há alguns meses e pediram-lhe para começar a ensinar essa abordagem às pessoas. Devido a um "contato" semelhante que tive em março do ano passado, eu senti que aquela experiência que Drunvalo tivera com os Kogi era algo que me estava sendo mostrado como sendo importante que eu acompanhasse. [Escrevi sobre essa experiência com mais detalhes em um e-mail separado chamado ‘Yanomami"(ON LINE EM SETEMBRO), para os que estiverem interessados.]

Posso perceber uma forma de atingir as pessoas mais universalmente com este novo trabalho. Dado esse novo acréscimo, agora sinto que podemos (e que a Mãe Terra quer isso de nós) abrir as oficinas de CCC seletivamente não apenas aos graduados em geobiologia, mas também àqueles que tiveram experiências de Cura Terrestre. Posso também ver que isso aprofundará o que já aprendemos e que pode ser incorporado na porção deva das oficinas sobre geobiologia. É um importante "novo" trabalho, embora na verdade seja antigo. Trata-se de lembrar uma "linguagem" universal que vem do coração, e não da cabeça, e que uma vez recordada, nos conecta com toda a vida de maneira muito especial. Quando estamos conectados dessa forma, alguma coisa muito milagrosa pode ocorrer – mesmo muito além do que já experimentamos. Parece acrescentar toda uma nova profundidade e dimensão àquilo que estamos ensinando às pessoas agora mesmo.

Ao voltar da oficina para casa, fui comunicar-me com o oceano para relaxar, e tentei aquela forma de conexão que acabara de aprender, e justamente naquele momento, dois golfinhos, que estavam apenas a 10 minutos da praia, pularam para fora da água, bem na minha frente! Em 25 anos indo àquela praia, só vira um golfinho lá uma vez. Ainda preciso praticar mais isso e colocar um pouco mais de minha experiência nessa prática, mas até aqui a Natureza está mandando-me confirmações de que há alguma coisa para ir atrás. Pretendo participar da oficina Terra/Céu em julho, quando estarei lá na Alemanha. Isso me dará a oportunidade de explorar esta nova possibilidade para nosso trabalho futuro.

Como vocês devem saber, alguns dos principais cientistas do planeta fizeram programas de computador com modelos muito elaborados sobre as condições de nosso planeta. Descobriram que, de acordo com esses modelos, temos apenas três anos antes que seis dos principais sistemas da Terra desmoronem completamente. Sabem também que não existem no momento soluções que possam resolver esse problema em um nível estritamente tridimensional, nesse espaço de tempo. Os cientistas sabem disso. O que isso significa, é que literalmente, para que o planeta sobreviva, enquanto raça humana temos que mudar para outro nível de consciência, para sermos capazes de resolver a situação que existe na Terra agora mesmo. Esta não é uma experiência opcional, mas um pré-requisito essencial para nossa sobrevivência enquanto planeta.

Drunvalo foi muito solidário com o trabalho que estamos fazendo e sente, assim como eu, que o que estamos passando para as pessoas é muito importante para o bem-estar de nosso planeta. O que estamos ensinando às pessoas nas oficinas sobre geobiologia, vai muito além de como eliminar o estresse geopático de seu espaço, seja uma casa ou uma cidade, ou livrar-se de seus desconfortos e dores com os instrumentos, ou cultivar uma plantação melhor de milho, conversando com os devas, ou erradicar resíduos químicos, ou diminuir a poluição. O que realmente estamos ensinando é como relacionar-se com o mundo a partir de um outro nível de consciência. Desse nível de consciência, podemos curar o caos e o trauma de nosso próprio corpo, de nossas cidades, e de nosso planeta. Isso só pode acontecer quando fizermos essa mudança de consciência.

Este novo trabalho acrescenta toda uma nova dimensão ao trabalho que já vínhamos fazendo, e também a nossa relação com ele. Mostra-nos uma nova maneira de nos relacionarmos com a realidade. É realmente antigo e universal. Estamos apenas recordando-o, e com ele, nossa conexão com a rede da vida da qual sempre fizemos parte.

Agora mesmo, acabo de fazer com que os coordenadores do CCC e vocês, facilitadores, conheçam essa experiência. Espero que possamos integrar esta nova abordagem àquilo que estamos ensinando às pessoas sobre os devas, e a como entrar em contato com eles.

Muitas bênçãos, e gratidão a todos vocês por seu amor pela Mãe Terra e pela ajuda a Seu trabalho.

Amor,

Christan