Queridos facilitadores da
geobiologia (GB),Acabo de voltar do encontro com Drunvalo, em seu intensivo de um dia,
em SF. Fui orientada a ir no último minuto, e acredito ter sido uma experiência de
mudança total de vida. Tom, Deanna e David também estavam lá. Espero que cada um deles
transmita alguma coisa de sua experiência, que foi muito valiosa para eles e para vocês
também.
O que aprendi e experimentei, para mim, muda completamente a natureza deste trabalho,
bem como o das oficinas de Co-Criação Consciente (CCC). Acho que esta é a razão pela
qual o Espírito estava evitando os outros CCCs. (Tive de cancelar os dois últimos na
Califórnia, por não ter havido nenhuma inscrição!) Acredito agora que tive que
passar por isso antes de prosseguir. Estou aprendendo em todo esse processo de ser um
co-criador com a Natureza, que a flexibilidade é realmente uma CHAVE. Tenho de estar
continuamente disposto a abandonar "meus" planos e mudar diante do sinal do
momento, se isso for o que a Mãe Terra está querendo fazer. Este é realmente um desafio
para mim.
Durante o intensivo, Drunvalo e eu tivemos a oportunidade de passar mais tempo juntos
do que o comum em eventos desse tipo, e ele foi muito solidário, encorajando-me quanto a
esta maneira de relacionar-se com a vida que ele compartilhava conosco, em nosso trabalho
atual com os devas. Essa experiência que ele compartilhava conosco, movera-o muito mais
na direção da abordagem da vida pelo lado feminino e pelo lado direito do cérebro.
Muito mais centrado no coração, e menos na cabeça. Ele parece ter uma compreensão e um
respeito mais profundo pelo trabalho que realizamos com os devas.
Ele estava convencido de que essa nova maneira de sentir e de ser é uma chave crucial
para mudar nossa atual condição aqui na Terra e fazer surgir a harmonia em nosso
ambiente, para o que todos nós trabalhamos. Embora inicialmente eu não fosse capaz de
perceber o valor e a aplicação daquilo que ele contava, na manhã seguinte comecei a
compreender muito mais profundamente o significado do que ele nos dizia.
Concordo com ele em que as soluções para os problemas da Terra não podem vir de uma
abordagem estritamente baseada no lado esquerdo do cérebro e na tecnologia. As abordagens
baseadas no lado esquerdo e no lado direito precisam ser unificadas para produzir a
sinergia necessária para resolver os problemas da Terra que estamos tentando enfrentar.
Este é o motivo pelo qual o trabalho com os devas e o trabalho com o harmonizador
precisam proceder lado a lado para serem efetivos. O que está acontecendo com o
acréscimo dessa nova peça ao quebra-cabeça é que ela revela para nossa mente
consciente um aspecto da abordagem feminina que nunca foi formalmente ensinada antes. Essa
compreensão é mantida viva por um grupo de seres chamados Kogi, que vivem nas montanhas
da Colômbia. [Ver KOGI em <A HREF=http://www.drunvalo.net> drunvalo</A> para
maiores informações sobre isso.] Embora a maioria da humanidade tenha perdido esse
conhecimento, ele ainda faz parte de nossa genética. A lembrança dessa antiga forma de
comunicação restabelece novamente nosso relacionamento harmonioso com a Mãe Terra.
O que experimentei é difícil de ser descrito em palavras, principalmente por e-mail,
mas tem a ver com a conexão com a Mãe de uma maneira que nos conecta com toda a vida, e
A PARTIR DESSE PONTO nós nos movimentamos pela realidade de uma maneira totalmente
diferente. É um modo feminino de relacionar-se com a natureza através de sons,
sentimentos, figuras e imagens. A maneira que estávamos ensinando a como comunicar-se com
os devas, e mesmo nas oficinas de CCC, era uma espécie de telepatia que ainda era da
mente, e de natureza masculina. Essa outra maneira vem do coração, de modo muito
específico, que não envolve a mente e só pode ser sentida e experimentada.
Os Kogi entraram em contato com Drunvalo há alguns meses e pediram-lhe para começar a
ensinar essa abordagem às pessoas. Devido a um "contato" semelhante que tive em
março do ano passado, eu senti que aquela experiência que Drunvalo tivera com os Kogi
era algo que me estava sendo mostrado como sendo importante que eu acompanhasse. [Escrevi
sobre essa experiência com mais detalhes em um e-mail separado chamado
Yanomami"(ON LINE EM SETEMBRO), para os que estiverem interessados.]
Posso perceber uma forma de atingir as pessoas mais universalmente com este novo
trabalho. Dado esse novo acréscimo, agora sinto que podemos (e que a Mãe Terra quer isso
de nós) abrir as oficinas de CCC seletivamente não apenas aos graduados em geobiologia,
mas também àqueles que tiveram experiências de Cura Terrestre. Posso também ver que
isso aprofundará o que já aprendemos e que pode ser incorporado na porção deva das
oficinas sobre geobiologia. É um importante "novo" trabalho, embora na verdade
seja antigo. Trata-se de lembrar uma "linguagem" universal que vem do coração,
e não da cabeça, e que uma vez recordada, nos conecta com toda a vida de maneira muito
especial. Quando estamos conectados dessa forma, alguma coisa muito milagrosa pode ocorrer
mesmo muito além do que já experimentamos. Parece acrescentar toda uma nova
profundidade e dimensão àquilo que estamos ensinando às pessoas agora mesmo.
Ao voltar da oficina para casa, fui comunicar-me com o oceano para relaxar, e tentei
aquela forma de conexão que acabara de aprender, e justamente naquele momento, dois
golfinhos, que estavam apenas a 10 minutos da praia, pularam para fora da água, bem na
minha frente! Em 25 anos indo àquela praia, só vira um golfinho lá uma vez. Ainda
preciso praticar mais isso e colocar um pouco mais de minha experiência nessa prática,
mas até aqui a Natureza está mandando-me confirmações de que há alguma coisa para ir
atrás. Pretendo participar da oficina Terra/Céu em julho, quando estarei lá na
Alemanha. Isso me dará a oportunidade de explorar esta nova possibilidade para nosso
trabalho futuro.
Como vocês devem saber, alguns dos principais cientistas do planeta fizeram programas
de computador com modelos muito elaborados sobre as condições de nosso planeta.
Descobriram que, de acordo com esses modelos, temos apenas três anos antes que seis dos
principais sistemas da Terra desmoronem completamente. Sabem também que não existem no
momento soluções que possam resolver esse problema em um nível estritamente
tridimensional, nesse espaço de tempo. Os cientistas sabem disso. O que isso significa,
é que literalmente, para que o planeta sobreviva, enquanto raça humana temos que mudar
para outro nível de consciência, para sermos capazes de resolver a situação que existe
na Terra agora mesmo. Esta não é uma experiência opcional, mas um pré-requisito
essencial para nossa sobrevivência enquanto planeta.
Drunvalo foi muito solidário com o trabalho que estamos fazendo e sente, assim como
eu, que o que estamos passando para as pessoas é muito importante para o bem-estar de
nosso planeta. O que estamos ensinando às pessoas nas oficinas sobre geobiologia, vai
muito além de como eliminar o estresse geopático de seu espaço, seja uma casa ou uma
cidade, ou livrar-se de seus desconfortos e dores com os instrumentos, ou cultivar uma
plantação melhor de milho, conversando com os devas, ou erradicar resíduos químicos,
ou diminuir a poluição. O que realmente estamos ensinando é como relacionar-se com o
mundo a partir de um outro nível de consciência. Desse nível de consciência, podemos
curar o caos e o trauma de nosso próprio corpo, de nossas cidades, e de nosso planeta.
Isso só pode acontecer quando fizermos essa mudança de consciência.
Este novo trabalho acrescenta toda uma nova dimensão ao trabalho que já vínhamos
fazendo, e também a nossa relação com ele. Mostra-nos uma nova maneira de nos
relacionarmos com a realidade. É realmente antigo e universal. Estamos apenas
recordando-o, e com ele, nossa conexão com a rede da vida da qual sempre fizemos parte.
Agora mesmo, acabo de fazer com que os coordenadores do CCC e vocês, facilitadores,
conheçam essa experiência. Espero que possamos integrar esta nova abordagem àquilo que
estamos ensinando às pessoas sobre os devas, e a como entrar em contato com eles.
Muitas bênçãos, e gratidão a todos vocês por seu amor pela Mãe Terra e pela ajuda
a Seu trabalho.
Amor,
Christan