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LINHAS LEY E O
SIGNIFICADO DE ADÃO

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por Richard Leviton e Robert Coons
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O Foco Móvel, neste modelo, é um raio de energia iniciatório projetado por Iniciados sob a orientação dos Elohim, visando à transfiguração da consciência do plano humano a um plano de ressonância angélica. É como um refletor poderoso de cor/som/vibração/energia brilhando continuamente sobre uma região específica (por exemplo, um centro de Cúpula). Tem como intento elevar a consciência humana, fazendo-a alcançar o conhecimento do Plano Mestre e do papel daquela bioregião em particular na realização deste Plano total para a Terra. Aqui escutamos a Alma de Gaia a Lhe contar (e a nós) a razão e propósito de nossa existência como planeta habitado. Aqui escutamos a sábia voz de Seu Logos Planetário, Sanat Kumara, a transmitir qualidades espirituais por meio da matriz da Malha. Desse modo, começamos a entender por que as coisas são precisamente como são no plano físico, de acordo com o Princípio da Causação de Hermes. Passamos a perceber que o karma de Gaia é em grande parte resultado de nossas ações mal direcionadas ao longo dos milênios. Realmente, quando Gaia for percebida como um Ser vivo senciente e coerente, então despertaremos horrorizados com a extensão dos males que Lhe infligimos.

Segundo o ponto de vista interpretativo da ciência mística Cabala, os cinco Corpos interpenetratantes da Malha da Terra podem ser considerados parte de um modelo abstrato básico de realidade chamado Árvore da Vida (Diagrama 7). A Árvore é composta por 12 esferas (chamadas Sephira [plural; singular: Sephiroth]: 10 manifestas, 2 sutis) e 22 caminhos ligando estes domínios de energia/consciência.

A Terra, na esfera inferior (Malkuth, 10a Sephiroth) liga-se, por meio das caminhos (o nome de grupo é Autiot, formando as 22 letras sagradas, a base posterior do idioma hebreu), a Deus, em Kether, no topo da Árvore.

De maneira ideal, a Árvore ressoa como um ser vibratório com o Nome de Deus, o impronunciável, inefável Tetragrammaton. Os planetas e Casas do Zodíaco são posicionados na Árvore, que como totalidade opera em sincronia em muitos níveis de manifestação e compreensão (por exemplo, consciência humana, a Malha da Terra, o Logos Solar). Um sistema de Malha é sempre um tom interdependente de uma harmonia de Malha maior. O modelo da Árvore apresenta a Malha como uma seqüência linear de influências superiores mediando em direção à Terra; mas na verdade, se parece mais com uma cebola composta de inúmeras cascas. A realidade é a imediação e integridade da cebola, ou Malha — com todos os níveis ressoando em sincronia, um dentro do outro (Diagrama 8).

A ressonância síncrona da Malha é finalmente trazida até a Terra física — o último teatro da Malha deste drama complexo de energias cósmicas dentro do contexto da consciência humana diária e comum na Terra.

A Malha Megalítica Terrestre

"O mundo todo foi disposto segundo um esquema cósmico," explica o decano britânico de Mistérios da Terra, John Michell.11 A cultura megalítica realizou sua engenharia espiritual por meio dos templos de pedra ao ar livre. Posicionados geomanticamente em centros de Cúpula, esses templos ao ar livre (por exemplo, na Grã Bretanha, Stonehenge, Maiden Castle, Arbor Low, Rollright Circle, Maes Howe, e muitos outros) funcionavam como "estação receptora de influências diretas vindas de constelações celestes e energias da Terra" unindo, assim, Céu e Terra. A Grã Bretanha pré-histórica era um epicentro dessa engenharia de consciência megalítica, sendo uma terra de "centros intimamente ligados e intercomunicantes," acrescenta Michell, "comprometidos com o mesmo programa científico." Em parte caracterizando a Grã Bretanha moderna, Michell observou: "Um grande instrumento científico ocupa toda a superfície do globo. A grandeza da engenharia pré-histórica ainda não é geralmente reconhecida."

Embora a sofisticação da engenharia megalítica "pré-histórica" ainda possa permanecer em grande parte desconhecida, certamente seus resquícios ainda abundantes e visíveis não vão passar despercebidos. A extensão e abundância de locais megalíticos remanescentes na Grã Bretanha por si só impressionam. Estima-se que ainda há mil câmaras de pedra, pelo menos 30 mil

túmulos, 900 círculos de pedra, três mil fortes em colinas e incontáveis milhares de pedras isoladas, todos em estados variados de decadência e negligência. Os nomes dados à panóplia científica da engenharia megalítica são também múltiplos e vários: dólmen, monumento, menir, disco, figura de colina, fogou, souterrain, cairn (montes de pedras sobre túmulos), cadeia de pedras, torre redonda, pirâmide, brugh, sepultura em galeria, campo pavimentado, anel-e-fosso. Trata-se de algumas das muitas ferramentas geomânticas de precisão usadas em consciência-tecnologia antigamente empregadas pelos mestres geomantes de Gaia.

O contexto dessas aplicações de engenharia megalítica era a interface entre o campo eletromagnético nativo da Terra e a Malha 1746 Eletromagnética, que atuava rearranjando o campo magnetizado da Terra e utilizando sua energia. A Terra é rodeada por um campo magnético unificado e dentro dele ela se comporta como se fosse uma bola de ferro magnetizado, com pólo norte e sul (Diagrama 9). Trata-se de um campo flutuante, apresentando alterações diárias da força geomagnética total (de 0,0002 gauss, no Equador, a 0,0005 gauss nos pólos, e variação de intensidade diária geomagnética de 20-50 gamas). A maioria dos cientistas atribui essas variações ao Sol; erupções solares e tempestades magnéticas, acarretando, dessa forma, situações geomagneticamente traumáticas na Terra. Além disso, a polaridade de campo geomagnética, verificada no decorrer do tempo, altera-se com freqüência, tendo talvez se alterado várias centenas de vezes no correr da longa história da Terra (calcula-se que a cada 230 mil anos), provocando tremendas alterações biosféricas e geológicas e a extinção de formas de vida.

O imenso e oscilante campo eletromagnético da Terra é a Mãe de nossos próprios biocampos humanos, eles mesmos, por sua vez, Mãe dos biocampos de nossos órgãos individuais. Ele faz as vezes de um útero de energia primordial dentro do qual todas as formas vivas da Terra sorveram sua nutrição e seu sustento enérgico contínuo. Num sistema de ecologia magnética, os ritmos de energia humanos guiam-se por variações no campo magnético da Terra; desse modo, os biorritmos humanos são condicionados por flutuações geomagnéticas que funcionam como nossos cronômetros, moduladores, reguladores, e, caso usados corretamente, curandeiros.12 Os antigos druidas da Grã Bretanha, assim como os antigos mestres de feng shui da China, compreendiam esses múltiplos laços de energia e sabiam trabalhar harmoniosa e criativamente com o fluxo de pulsos eletromagnéticos interdependente e multidirecional para manter a saúde individual, a cooperação comum e paz a mundial. Seu contexto era a Malha Megalítica Terrestre e seu método a tecnologia de consciência.

O segredo geomântico dos druidas era compreenderem a Malha como um induzido supermagnético.

Seguindo o Princípio da Correspondência de Hermes, o motor elétrico moderno é uma versão em escala menor do mecanismo de conversão de energia da Malha da Terra. Os princípios básicos de projeto do motor elétrico ilustram esta realidade. O motor elétrico apresenta três partes básicas, pertinente a este modelo de Malha: o induzido, imã estacionário e comutador.

O induzido é a parte do gerador elétrico, dínamo ou motor na qual é produzida a energia elétrica. Normalmente é um núcleo de ferro macio revestido de fios isolados que produzem um campo eletromagnético em resposta a uma corrente elétrica que entra. O induzido é a bobina principal, giratória, condutora da corrente, atuando como um eletroímã induzido. O induzido em espiral reage com o imã estacionário, de fato criando seu campo magnético. Quando o induzido gira entre os pólos recém-estabelecidos do imã, isto gera a força eletromotriz, ou energia — a finalidade do motor. O comutador direciona (e altera) o fluxo da corrente elétrica primária proveniente do gerador, seja com corrente direta, seja com corrente alternada. A força eletromotriz gerada pela rotação do induzido num campo magnético proporciona a fonte de energia.

Dessa maneira, a eletricidade em movimento produz um campo magnético que, ao atravessar um campo elétrico de imã, produz força eletromotriz. Se a direção da corrente elétrica for alterada pelo comutador, os pólos inverterão a direção quando o induzido, de forma correspondente, mudar sua direção de rotação. Uma força de corrente direta constante produz um campo magnético inalterável, ao passo que uma corrente alternada faz com que o campo magnético se inverta sempre que a corrente for invertida.

Portanto, a Malha é um induzido supermagnético. A Malha de Linha 15 Orobórica é o induzido em espiral. O sutratma de Linhas Oroboros douradas/prateadas entrelaçadas que entra no Círculo de Avebury representa o comutador, o canal da corrente elétrica ora positiva, ora negativa que produz o eletroímã no induzido Oroboros. O induzido Oroboros produz o campo eletromagnético no imã estacionário da Terra, reagindo com seus condutores nativos minerais, cristalinos e de pedra. "O núcleo da Terra, composto principalmente de ferro fundido, conduz correntes elétricas que se ampliam, acompanhando os campos magnéticos," explica Hurtak, "quando ondas de energia bombardeiam as áreas polares da Terra." A força eletromotriz é retirada por meio dos centros da Malha 1746 Eletromagnética que fazem interface com os fluxos elétricos/telúricos naturais do campo magnético da Terra (veja Diagrama 9). Essa interface era o posicionamento inteligente do hardware megalítico (por exemplo, pirâmides ocas, com cimo de cristal de 30 metros de altura) nas caixas de junção chave da Malha num programa de tecnologia de consciência aplicada que rearranjou o padrão de campo magnético nativo numa Malha de energia viável da qual seria possível extrair de graça suprimentos inesgotáveis. Esta é a base da ciência paisagística sagrada druida louvada por Michell.

A Malha 1746 Eletromagnética é o projeto da matriz de energia do Engenheiro de Malha planetária, seu mapa de trajetória Con Edison (empresa de fornecimento de energia elétrica). A tecnologia de cristais avançada da Atlântida, por exemplo, representava o "dispositivo" ligado a este sistema de energia gratuita sorvendo virtualmente reservas infinitas de energia para capacitar a civilização (o aspecto tecnológico) e ao mesmo tempo promover a evolução espiritual da humanidade (o aspecto da consciência).13 A força eletromotriz não se torna disponível, em termos funcionais ou conceituais, sem esta fusão espiritual/científica expressa na forma de tecnologia de consciência e que provém da perfeita compreensão da interface humano/Malha. Os dispositivos de energia de Malha eram, e continuam sendo, uma fusão na forma de engenharia espiritual. Os Engenheiros Mestres de Malha eram, e continuam sendo, os Cavaleiros do Santo Graal. Dessa forma, a Malha é revelada como o contexto no qual consciência e tecnologia são harmoniosamente integradas num Tai Ch’i planetário visando à iluminação do humano e da Terra.

De acordo com este modelo de motor elétrico simples da Malha da Terra, as tão profetizadas mudanças da Terra, possível inversão do campo geomagnético e dos pólos, até mesmo o apocalíptico Segundo Advento de Cristo, estão todos encerrados na função do comutador de Malha.

Entre inversões de campo geomagnético, a Malha parece funcionar como um motor de corrente direta, com fluxo estável de eletricidade unidirecional. Mas com a iminência das Mudanças da Terra e inversão de campo, subitamente parece que a Malha é, na verdade, um motor de corrente alternada, simplesmente com longas pausas entre as inversões de campo. Uma alteração da polaridade da corrente elétrica que flui pelo comutador de Malha em Avebury significa, em essência, a introdução de um novo espectro eletromagnético de Luz/Vida/Consciência na Terra, o aprimoramento de nossos parâmetros de vida física por meio de uma eletrificação literal da matéria — a biosfera, a noosfera, e todos os nossos corpos de Malha — fazendo-nos entrar na quarta dimensão, no reino da antigravidade. Tudo será transfigurado em termos vibratórios — Assim no Alto como Embaixo — do Cristal de Evolução Estelar ao Cristal Poliédrico da Terra às moléculas humanas de DNA e ATP. Acontecerá unilateralmente, instantaneamente, sincronicamente.

Isto acontece porque a mensagem primária que a realidade da malha está nos transmitindo é a seguinte: somos todos um único corpo vibratório cristalino — galáxia, sistema solar, Terra, humano.

A Interface Humano/Malha

Quando se compreender a Terra como uma harmônica cristalina receptora/transmissora e uma faceta a ressoar na harmônica cristalina solar, uma nota na oitava solar, então precisaremos de uma ciência que propicie programação e unificação para nos orientarmos nesta totalidade de Malha.

A ciência exata da astrologia é o Guia do Espectador contendo a programação diária da Malha. As Efemérides são o Guia da TV da Malha. A que programas assistiremos enquanto o mundo gira? De que novelas sentimentais participaremos quando nosso Rei Sol nos ligar a Seu melodrama diário?

A astrologia calibra milimetricamente os ciclos horários, diários, semanais, mensais, anuais dos planetas — os movimentos de nossa orquestra. Através de um olhar astrologicamente afinado, que nada mais é que desenvolver o aspecto interpretativo da astronomia, podemos entender nossas vidas, nosso mundo, nossas emoções, nossos movimentos, nossas razões, hábitos, dificuldades e exaltações, de acordo com esta "teia de cruel necessidade," esta dança de energia elementar rodopiante de nossa psique humana/solar entrelaçada. A Malha Cristalina Poliédrica é como o chip mestre cristalino que recebe, por meio de suas 120 placas receptoras triangulares lisas, a miríade de canalizações, porém matematicamente racionais e orquestradas, de energia/consciência/Som de nossos disc-jóqueis biopsíquicos. Dessa forma, as Efemérides, com suas tabelas concretas de números e graus, quando corretamente aplicadas, representam o livro de códigos do Engenheiro de Malha que lhe permite prever, avaliar, corrigir, interpretar e transmutar estes elementos estáveis e determinantes recebidos da estação de rádio solar.

Transmutar é a chave. Podemos mudar o canal se quisermos, abaixar o volume, sintonizar a faixa de rádio específica. O Engenheiro de Malha tem potencial para transmutar (liberando a energia inerente, libertando-a de sua submissão à forma) as energias solares/celestiais por meio da interface inteligente com a Malha 1746 Eletromagnética, usando qualquer um dos 144 hologramas planetários da Távola Redonda, ou Zodíacos terrestre residentes na Terra. Esta Malha, não podemos esquecer, é a Taça Alquímica Dourada de diferenciação eletromagnética, e o destilador potencial de nossa transfiguração, por meio da qual passaremos de humanos presas da gravidade a Humanos de Luz. Só porque o Rei Sol, nosso habitual disc-jóquei, toca suas melodias favoritas em sua estação de rádio, não significa que temos sempre de dançar nesse ritmo.

A introdução da realidade das aulas práticas sobre Zodíaco local leva-nos ao ponto crucial da possível interação entre o humano e a Malha. É aí que o Engenheiro de Malha e o Cavaleiro do Santo Graal se tornam um. Esta unificação na busca do Graal e no serviço à Malha é encenada no teatro geomítico local do Zodíaco da paisagem. Geomítico significa "o mito vivo da paisagem" e nosso envolvimento direto nesta simbologia terrestre por meio da interação de consciência intensificada dentro de um complexo de Zodíaco local.

Nosso modelo conceitual de Zodíaco novamente opera como uma série interdependente de sistemas dimensionais homólogos e harmônicos, ou seja, Zodíacos dentro de Zodíacos. Começamos com a Távola Redonda Solar Mestra da eclíptica Terra/Sol por meio das doze Casas do Zodíaco — a cada ano, a cada 2.160 anos, a cada 25, 920 anos. Aqui temos tanto o Rei Sol como o planeta Terra circundando o Castelo do Graal celestial de 12 portões como intrépidos e dedicados Cavaleiros do Graal. Este giro amplo, e essa busca, são transmitidos, de forma correspondente, à Terra, primeiro, por intermédio de Avebury, na função de painel de controle da Malha e maestro do concerto, o ponto mestre das 12 Linhas de Zodíaco Oroboros, e, em segundo lugar, por meio da vasta distribuição planetária dessas 12 Linhas de Dragão, dessa forma transformando em Távola Redonda tanto o Círculo de Avebury (condensado) como o todo planeta Terra (expandido). Mas como um Cavaleiro do Graal sozinho voluntária e conscientemente experimenta essa imensa Távola Redonda planetária? E como o Engenheiro de Malha realiza ajustes inteligentes, compassivos e oportunos na teia geomântica desta vasta távola solar giratória situada na Terra? Por intermédio do holograma do Zodíaco local.

Neste modelo do Zodíaco, a sobreposição da Árvore da Vida da Cabala à imagem mítica da Távola Redonda/Zodíaco é muito esclarecedora. A Terra é uma das 12 esferas ressonantes, um dos 12 integrantes da Távola Redonda, uma das 12 Notas da oitava solar, da Árvore Solar da Vida. Dessa maneira, podemos imaginar estas relações em termos da Árvore ou da Távola Redonda, essencialmente intercambiáveis nesta explanação. Nosso Corpo do Sol é expresso na forma de uma Árvore da Vida de 12 esferas, com 12 Cavaleiros, ou 12 Notas; a Terra é Malkuth, a 10a Sephiroth, representando, adequadamente, a Terra (veja Diagrama 7; a 7a Sephiroth, Hod, por exemplo, representa Mercúrio).

A seguir, e de forma análoga, o Corpo da Terra é expressado como uma Árvore da Vida, e aqui o monte Shasta é Malkuth e o chakra da Raiz. A Árvore de Gaia apresenta 12 esferas que, em termos da Malha, são 12 Vórtices do Zodíaco, domínios de Zodíaco planetários principais que correspondem, segundo a lenda, aos acampamentos das 12 Tribos de Israel. Eles são setores geomânticos primários cada qual organizado formando um importante complexo de Zodíaco de 12 templos de sub-Zodíaco. A unificação desses 12 Vórtices do Zodíaco é a Távola Redonda planetária, ou Árvore, apresentando toda a família de Jacó (que era Israel). A seguir, cada um desses 12 Vórtices do Zodíaco apresenta um subsistema de 12 Cúpulas de Zodíaco, num total de 144 templos de holograma do Zodíaco no planeta (embora nem todos estejam sempre disponíveis em determinado momento em razão das condições geológicas/meteorológicas variáveis). Cada um dos 12 subsistemas de Cúpula de Zodíaco consiste de uma Távola Redonda de Vórtice do Zodíaco das quais há 12 espalhadas pelo mundo.

Por exemplo, o que chamo de Távola Redonda Hiperbórea ocupa uma área aproximada que começa nas ilhas Orkney no norte da Escócia, passando pela Irlanda, País de Gales e Inglaterra, até Brittainy e sudoeste da França. Essa Távola Redonda do Zodíaco Cupulada inclui 12 sistemas de Zodíaco locais interdependentes. Cada qual apresenta um Logos de sistema de mito dominante, contudo, todos constelam principalmente ao redor do Rei Artur e do Graal. Um desses 12 Zodíacos locais, que goza de certa notoriedade, é a "Távola Redonda das Estrelas" de Glastonbury/Somerset, como é com freqüência chamado, ou mais poeticamente, Região das Estrelas de Verão (que inclui a famosa e mística Avalon). Cada Zodíaco local (que pode medir 16 quilômetros de diâmetro, 32-48 quilômetros de circunferência) apresenta uma imensa Cúpula de Zodíaco que o energiza.

Cada Zodíaco local, tal como a Região das Estrelas de Verão, é um holograma da Távola Redonda solar na forma de 144 efígies de centro estelar quase etéricas dimensionalmente sobrepostas como um modelo estelar sobre a paisagem física. O Zodíaco de paisagem é uma eclíptica dupla, sendo uma eclíptica física, composta de 96 efígies estelares (dos céus do hemisfério norte) e uma eclíptica etérica, composta de 48 efígies estelares (dos céus do hemisfério sul). As duas eclípticas se entrosam, formando uma vesica piscis com Glastonbury em seu ponto de origem.

Neste templo de Zodíaco local, uma constelação em particular, tal como Cão Maior, terá um ponto de referência de paisagem material aproximado, uma residência com freqüência refletida em nomes de lugares, lendas locais ou mesmo esculturas inseridas na paisagem, dentro ou fora dessa eclíptica definidora.

No centro de Somerset, por exemplo, na Região das Estrelas de Verão, a Cão Maior se chama o "Cão Encilhado de Langport," ocupando uma região geográfica de aproximadamente oito quilômetros de comprimento e 1,6 quilômetro de largura, com 16 centros estelares reconhecíveis em seu corpo geomítico. Sírius, a estrela mais brilhante do céu noturno, pousa localmente em Oath Hill, antigamente usada pelo Rei Artur para receber juramentos e compromissos

para receber juramentos e compromissos de lealdade de seus Cavaleiros. Aproximadamente seis centros estelares são ocupados por igrejas cristãs de 600-1.000 anos de idade, tendo muitas delas sido precedidas por túmulos ou círculos de pedra. Os centros estelares são pontos de poder locais geomiticamente distribuídos, em geral marcados por um topo de cúpula, ou nodo de linha, e por vezes com uma cúpula plenamente desenvolvida. Cada uma das constelações do Alto é sobreposta energética e estruturalmente, como um modelo estelar sutil em miniatura de formações estelares da paisagem Embaixo. Ocasionalmente a paisagem, quando vista de um avião, de fato parece se assemelhar à morfologia de um peixe, cabra ou touro, mas isto não é absolutamente essencial. Os centros estelares representam portais dimensionais que levam ao corpo de consciência geomítico da efígie de Zodíaco em particular, cujo ser projetou uma sombra convidativa sobre o terreno físico.

O Zodíaco da Terra local representa uma aula prática de consciência básica para a experiência humana da Malha de energias solares que é a Távola Redonda Solar, que abrange nossa vida psíquica presa à terceira dimensão. O Zodíaco local corporifica, em miniatura, os parâmetros astrofísicos gravados na Terra e no éter da Malha de Evolução Estelar e suas 144 permutações, a partir das 12 modulações de oitava básicas. Cada um dos 144 Zodíacos apresenta uma característica diferente, um ângulo diferente de visão, uma nuança e cor de energia diferentes. A razão de existirem 144 é explicada a seguir.

Por meio da miniaturização hologrâmica, o Zodíaco local torna a vasta Távola Redonda da eclíptica solar acessível à interação e transmutação humanas. O Zodíaco local segura diante de nossos olhos meditativos um espelho feito de geomancia destinado à autodescoberta interior. Ao andar ao redor do templo de Zodíaco, aprendemos que somos, psiquicamente, feitos de padrão de ressonância idêntico ao do sistema solar, e agradecemos a nosso holograma de Zodíaco por nos refletir com clareza esta realidade. O Zodíaco é um meio de entrar individualmente em sintonia com a Música das Esferas, de ouvir a harmônica cristalina cósmica sutil, orquestrada diariamente pelo movimento de "sons intensos" de planetas e estrelas, o Rhoizamata, como diria Pitágoras, que estão sempre a ressoar dentro de nosso ambiente atômico/molecular/de consciência, mas logo abaixo da faxia de audição comum. O rádio do Zodíaco local aumenta o volume desta ressonância solar interminável, de forma que possamos ouvir nossa batida de coração estelar. Dessa forma, atravessar o Zodíaco da Terra sob orientação astrológica inteligente é como ter um walkman personalizado preso aos ouvidos, sintonizado na faixa FM cósmica que toca belas orquestrações musicais — rapsódias venusianas, reggae marciano, sinfonias jupiterianas — todas cortesia da Rede de Emissoras de Rádio do Rei Sol.

Cada efígie de paisagem apresenta sua própria estrutura de templo interior modelada, novamente, sobre Árvore da Vida. Nosso Cão Encilhado de Langport por acaso é, em termos geomíticos, o psicoesplendor canino do Cavaleiro do Graal neófito entrando no estrelado Mundo Sobrenatural do templo do Zodíaco, o Castelo do Graal místico giratório. Em termos mitológicos, o templo do Zodíaco é o teatro para o Cavaleiro do Graal procurar e encontrar o Graal, bem como levar a cabo a Busca do Graal, que nada mais é que o descobrimento e abertura da semente divina de Luz e Espírito enterrada nas profundezas da consciência humana. O templo do Zodíaco de paisagem é energeticamente organizado para facilitar esta revelação. Nossa natureza interior verdadeiramente jaz entre as estrelas. E Merlin, legendário Encantador e Bardo da Grã-Bretanha e Artesão Estelar do Rei Artur, foi o geomante mestre que enviou os Cavaleiros do Graal aos centros estelares para que tivessem experiências visionárias/integrativas, cada qual segundo a coincidência de seus mapas natais individuais, seu próprio nível de desenvolvimento espiritual e os ciclos astrológicos maiores — mediados pelo holograma do Zodíaco de paisagem.

Este é o momento no qual o Cavaleiro do Graal e o Engenheiro de Malha apertam-se as mãos e atuam como um na Malha. O campo de nosso organismo psicofísico, a estrutura eletromagnética e bioplásmica, está inerentemente ligado aos campos eletromagnéticos e bioplásmicos da Terra. Quando um ser humano se inter-relaciona e unifica (por meio da meditação) no ponto certo no tempo e espaço (de acordo com as tabelas de tempo das Efemérides) na superfície da Terra (no vórtice de centro estelar corretamente escolhido), e em si mesmos (em harmonia com seu programa global de desenvolvimento espiritual, calibrado por seu Mestre), e existe coincidência, então temos ressonância individual e planetária. Então temos conhecimento direto, tangível e experimental do lugar do humano no sistema solar. Quando atravessarmos a Porta da Malha do Zodíaco, entrando no reino dos Deuses, compreenderemos nossa verdadeira função no paradigma solar, que é corporificar e transfigurar tudo no Corpo Humano de Luz.

Mas como, exatamente, o Cavaleiro do Graal em meditação também atua como técnico da Malha? Da mesma maneira que o Logos Solar é a Alma do Ser chamado sistema solar, e da mesma maneira que o Logos Planetário é a Alma de Gaia, também o Graal representa o potencial para os humanos saberem como é a Alma. O Graal é um portal de consciência eletromagnético existente no complexo mente/corpo humano que se abre por meio da individuação da psique (ou seja, a integração harmoniosa dos 12 arquétipos do Zodíaco do Sol) em divindade. Os cabalistas chamam a isto Adão Kadmon, o modelo sagrado da perfeição humana, o Corpo de Luz Edênico.

A Malha, operando por meio de suas configurações estelares locais geomanticamente simbólicas, constitui uma série de epifanias, de unificações harmônicas, Notas de oitava de Árvores dentro de Árvores, cada qual emitindo sua nota num coral celeste/terrestre. Prossegue passo a passo, começando com as efígies de Zodíaco locais. Quando a Cão Maior ressoar no sistema do Zodíaco da Região das Estrelas de Verão, e quando todas as 144 efígies existentes nesta Cúpula de Zodíaco forem harmonizadas, então o sistema como um todo poderá ressoar corretamente e preencher seu planejado lugar geométrico no coro de oitavas do Zodíaco. Quando cada uma das 144 Cúpulas de Zodíaco for harmonizada, quando os 12 Vórtices do Zodíaco estiverem ressoando, então a Távola Redonda/Árvore da Vida global poderá, através de Avebury, cantar no coro do sistema solar no qual nossa Gaia é uma voz a cantar docemente. Dessa forma é preenchida a posição de Gaia de Cavaleiro do Graal na Távola Redonda do Rei Sol, sendo concluída a harmônica solar.

Quando o humano, vivendo o mito de sua verdadeira identidade de Cavaleiro do Graal composto de matéria estelar a percorrer o templo do Zodíaco local, unifica consciência num centro estelar por meio de uma variedade de expedientes (por exemplo, meditação, salmodia, canto, dança, concentração em cristais, respiração dirigida, rituais de grupo, canalização de seres superiores, realização de visualizações de cor), isto leva clareza, concentração e harmonia ao aspecto local da Malha 1746 Eletromagnética. As energias humanas e planetárias são equilibradas por meio da participação humana consciente nos nodos de Malha.

Quando compreendermos a Malha como o sistema imune e digestivo de Gaia, e quando considerarmos, além disso, o desastre ecológico onipresente que jogamos em Seu colo (sem falar do horrível plano astral humano ilusório por nós criado acima da Terra na forma de uma permanente faixa marrom de fumaça), então poderemos ver claramente a urgência para purgar, limpar e harmonizar o Ser Humano/Gaia novamente. Não somos separados: a ecologia de Gaia é nossa espiritualidade; Seu desequilíbrio é nossa psicose. É uma questão de manutenção recíproca. Ao manter a Mãe, mantemos a nós mesmos, Seus filhos. Ao purificar Seu corpo, limpamos nosso próprio corpo. Ao alimentá-La, somos por Ela alimentados. Como observa o geomante britânico Reshad Feild: "Embora este sistema de malha exista no mundo natural, é feito, também, para o homem e a mulher, e dessa forma o necessário trabalho de transformação tem de ‘atravessar’ o invólucro do ser humano."14

Esta é verdadeira ecologia planetária, amor pela "Casa da Terra," pois reconhece o laço indivisível entre Terra e Humano, Casa e Morador, Mãe e Filho, mediado por nossos corpos de Malha homólogos. E podemos contar com a ajuda tanto do Reino Elemental (o suposto reino "lendário" de gnomos, fadas, sílfides, etc.) e dos Reinos Angélicos, em harmonia com os Elohim, os "pais" de Adão na Terra.

A Iluminação de Adão

O templo ao ar livre construído de pedras e cristal, posicionado em centros de Cúpula, divinamente capacitado pelos Elohim em harmonia com o Reino Elemental, e ritualmente habitado por humanos vivos em termos de consciência, unia Céu e Terra por intermédio do Homem. O templo terrestre também funcionava como Porta da Malha através da qual a consciência humana, inicialmente presa pelo campo gravitacional/consciência da Terra, poderia realmente deixar este plano e entrar "no reino dos Deuses." Por meio dessa Porta da Malha, os Deuses podiam também canalizar suas vibrações espirituais e mensagens.

O antigo ziggurat, por exemplo, era uma Porta da Malha ou mediador Céu/Terra. O nome acádio/babilônico era zukiratu, cuja conotação era "tubo de espírito divino," ao passo que no idioma sumério, os ziggurats eram chamados ESH, que significava "supremo," "superior" ou "fonte de calor." Além disso, o ziggurat, na legendária Niffer (na confluência norte dos rios Tigre e Eufrates) era considerado a sede dos Deuses, chamada KI.UR (ou DUR.AN.KI) que significava "lugar da raiz da Terra" e "lugar onde surgiu o laço entre Céu e Terra," lugar onde havia um "alto pilar em direção aos céus."15 Obviamente esse lugar era um importante centro de Cúpula da cultura suméria.

Como atestam os mitos irlandeses, o sidhe, ou túmulo de pedra e terra elevado, era a casa de Tuatha de Danann, a residência santificada e poderosa dos Deuses antigos. Newgrange, dotado de cúpula, o Brugh na Boinne, era sua casa principal na antiga Irlanda. Os Deuses, através de suas residências, eram a fonte de sabedoria da humanidade reverente das primeiras eras, e embora os Deuses possam ter ocupado seus palácios etéricos localizados nos centros de Cúpula, os humanos nesse ínterim, e posteriormente, construíram templos físicos para marcar os locais e servir de porta vaivém.

Desse modo, as Cúpulas que trouxeram aos meridianos de Gaia Amor de Alto, também trouxeram sabedoria para Adão, o primeiro habitante homem/mulher. As Cúpulas eram a fonte de sabedoria, as cúpulas sábias. A cultura megalítica foi um ambiente sagrado, podendo ser mais bem descrita como magolítica, ou seja, o tempo dos Mago das Pedras. Mas os agentes das Cúpulas Sábias, os Magos (ou Mágicos) das Pedras, depois de certo tempo julgaram por bem não deixar sua assinatura muito destacada e removeram a letra e (da palavra wise — sábio, em inglês), deixando-nos sabedoria (wisdom em inglês). Mas até mesmo com essa omissão, eles deixaram sua letra de próprio punho, pois o e retirado das cúpulas sábias é o e de Elohim.

O Elohim também deixou pronta a tecnologia de consciência com o fim de facilitar a recuperação, pelos humanos, de sua sabedoria angélica, através das estruturas interdimensionais posicionada nos locais de Cúpula. Idade da Pedra, qual o quê! Os Elohim deixaram um grande cartão de visitas em Avebury, imaculado depois de muitos milênios. Da mesma maneira que Avebury é central para a natureza e operação da Malha da Terra, também era, e permanece, fundamental para o surgimento (e despertar final) de Adão, a primeira manifestação coletiva de homem e mulher fisicamente individualizados na Terra. Quando compreendermos um pouco melhor Avebury, poderemos começar a responder as perguntas fundamentais subjacentes a toda esta complexidade da vida: Por que é que existe uma Malha? Por que existe uma Terra? Por que existe a vida humana?

O Círculo de Avebury tinha originalmente 94 pedras, das quais 72 foram criadas pelos Elohim, e 22 foram depois trazidas de outros lugares. Em volta do Círculo de Avebury há um fosso grande (aproximadamente nove metros de profundidade) limitado em ambos os lados por uma barragem. O fosso parece um imenso sulco correndo ao redor do Círculo; possui uma vibração intensamente feminina, como um rio de luz silenciosa e suave a correr branco no canal de terra, como um sussurro entre as barragens. Ao se caminhar lentamente pelo fosso, é possível sentir a Mãe primordial a sussurrar aqui com seus Filhos do Círculo.

No Círculo de Avebury a terra foi retirada de um todo e removida. Podemos considerar o círculo um disco gigantesco. O fosso é o sulco do disco. Se tocarmos o disco com a agulha de nosso Espírito, então ouviremos um pouco de música angélica em som estéreo. As 94 pedras são os amplificadores da música. O Círculo de Pedra é, dessa forma, um sistema de som cósmico ao ar livre, o local dos concertos originais de Rock (pedra, em inglês).

Aqui temos em ação o conceito de harmônica geomântica. O círculo de pedra tem uma harmônica de ressonância pré-codificada específica, uma mensagem específica musicalmente escrita, ou Canção. A forma composta do círculo representa uma escultura cimática congelada, um registro em estéreo de paisagem permanente do Espírito. O círculo de pedra personifica um Tom derramado nos éteres da Terra, em seguida moldado em termos terrestres num disco que se pode tocar. O fosso é o sulco primário do disco, e a primeira depressão de onda emanada do lugar onde o tom de "pedra" foi originalmente difundido no local (ou seja o centro do círculo). A Cúpula que fica acima é o sino que leva o tom quando "tocado" do Alto pelo músico. O local da Cúpula canaliza este Tom por meio de seu instrumento musical geomanticamente calibrado, o círculo de pedra, sendo as pedras circundantes os alto-falantes de "som estéreo." O tamanho e complexidade estrutural próprios do disco de pedra megalítico estão diretamente relacionados à importância evolutiva do Som gravado. As melodias de maior sucesso ganham os círculos de pedra de diâmetro maiores.

Avebury é, desse modo, um dos maiores discos de pedra de Gaia, ocupando uma área em Wiltshire de 28 1/2 acres, com circunferência de fosso de 1,28 quilômetro. O antiquário britânico do século 17 John Aubrey, ao escrever sobre Avebury, afirmou: "Avebury excede Stonehenge em grandiosidade, assim como uma catedral supera uma igreja de paróquia comum." O estudioso britânico do século 20, Harold Bayley (em The Lost Janguage of Symbolism, — A Linguagem Perdida do Simbolismo, 1913) corroborou o entusiasmo de Aubrey, anunciando: "O Templo inglês de Abury (sic) caracterizava não apenas o Tempo como também o Absoluto maior, a mais extraordinária Alma do tempo, que tudo envolve, o eixo da Existência." Por que Avebury é tão importante?

Todas as linhas ley, ao que parece, conduzem a Avebury. Toda a energia da Malha concentra-se no Círculo de Avebury, nosso umbigo da Malha planetária. O propósito de Avebury é harmonizar a consciência humana com seu propósito na Terra. Em Avebury reside a expressão terrena da Semente resplandecente de Luz divina. Dentro do corpo humano, como descobre o Cavaleiro do Graal, habita esta mesma Semente de Luz, esta chama do Espírito, que chamamos Nimitta ou Estrela Resplandecente.16 Essa Semente, esteja dentro do humano, esteja em Avebury, é a mesma Estrela Resplandecente. É a mesma Semente de cristal resplandecente da qual nasceram fisicamente tanto Gaia como Adão, gerados pelos Elohim, a quem o Gênese, nas traduções exotéricas e confusas padrão, chama Deus. É mais correto dizer que os Elohim são agentes de Deus, os Filhos da Luz, bem como agentes de nossa criação local.

Este aspecto fundamental da Malha e da vida humana fará mais sentido quando examinarmos algumas palavras chave. Avebury, Adão e Elohim são palavras codificadas simbólicas criadas pelos Elohim por meio do idioma sagrado da Cabala (que atribui valores numéricos às letras, ou seja, gematria).

ADÃO (1.4.40, tecnicamente escrito ADM) significa "Aleph (A.1.) enterrado no Sangue da Terra (DÃO, 4.40)." Aleph aqui significa a Estrela Resplandecente do Espírito eterno, a chama universal do Nimitta, implantada como semente imperecível de Luz dentro do corpo humano de barro e sangue (DÃO). Ou seja, o Reino dos Céus resplandece dentro de nós como esta Estrela (Aleph). AVEBURY é o lugar (BRY, 2.200.10) onde foi implantada (ou enterrada) a Aleph na Mãe (AVE, 1.6.1) Terra. Avebury é a Aldeia da Mãe, o lugar do grão da Mãe, ou semente. Avebury, como o coração interior de Gaia, era a porta coração/útero de Adão, o lugar terrestre onde Adão pela primeira vez encarnou na Terra vindo do Jardim do Éden situado no Alto. Adão chegou com a Estrela Resplandecente que arde como uma fornalha ofuscante dentro de seu complexo mente/corpo. Adão apareceu na Terra através Avebury na forma de uma chama maravilhosa do Céu a caminhar em forma humana. Avebury continua a ser o lugar da Terra ao qual podemos ir para nos lembrar de nossa incandescente chegada espiritual no planeta.

ELOHIM, uma hierarquia angélica, eram os Deuses do Criador de Adão e Gaia, os adivinhos mestres da geo e do soma. Os Elohim implementaram a transferência da Estrela Resplandecente dos reinos espirituais para a forma de vida senciente, orgânica e em evolução de Adão, seguindo a mesma analogia segundo a qual a Aleph foi dada ao planeta Terra, tornando-se nossa forma de vida senciente, orgânica e em evolução de Gaia. De certo modo, os Elohim supervisionaram e auxiliaram a co-criação de Adão e Gaia como seres homólogos.

Examinemos o assunto com mais cuidado ainda. Isto esclarecerá nosso modelo composto da Malha, Terra, Adão e Elohim. A Luz, na Cabala, é AWR ou 1.62 (tecnicamente, é 1.6.200, mas os zeros finais são redundantes). AVE, a Mãe, é 1.61. A proporção fi da espiral de luz é 1,61 (ou, exatamente, 1,618034, que pode ser arredondado para 1,62). A Terra e Adão têm uma relação matematicamente homóloga na qual ADÃO é 144 e a Terra, por meio de sua Malha (ou seja, Malha 1746 Eletromagnética, a Taça Dourada, e Corpo de Cristo) é 1746. Ambos os números estão relacionados através da proporção fi.

O Cordão Prateado, o cabo elétrico umbilical de duplo entrelace primário que entra em Avebury, é composto de 666 (o Pai solar de Luz, a Semente, o Nimitta, Aleph, ou Estrela Resplandecente, e linha dourada) e 1080 (a Mãe lunar das Formas e linha prateada). Sua relação como luz polarizada (666/1 080, positivo/negativo) é expressa como fi 1,61, ao passo que sua soma é 1746, também uma função de fi. Temos, portanto, Luz (AWR 1.62) se deslocando pelo umbigo como Eletricidade (cargas positivas/negativas, expressas como 666/1080) e manifestando-se como Eletromagnetismo (os nodos norte/sul polarizados da Malha Eletromagnética 1746, manifestados por meio das características yin/yang das 12 Linhas Oroboros). Esta canalização de Luz à Eletricidade e ao Eletromagnetismo gera Vida física, expressa como Adão e Gaia, como o teatro bioorgânico para sua interação, mediado pela Malha Megalítica.

A palavra Terra, a propósito, é escrita na Cabala como ARTZ (ou ERTZ 1.200.90, ou 291, cujos dígitos totalizam 12, o número primordial da Malha Oroboros e do Templo do Zodíaco). Em termos de mitologia, a Mãe das Formas (1080) cria o Santo Graal para que ele contenha a Semente de Luz do Pai (666, Estrela Resplandecente), ao passo que os Elohim (as Donzelas do Graal angélicas) trazem o Graal (agora 1746, tanto Semente como Invólucro) à Terra (ARTZ, o Castelo do Graal de 12 lados) para Adão (144), o Cavaleiro do Graal e o Portador do Graal.

Mas o que cria originalmente a Luz? O que dá início a toda esta procissão geradora que culmina em Adão a caminhar na Terra levando o Graal? Constante, ininterrupto, inesgotável, insondável Amor do Alto.

Adão é a chave do segredo desta harmônica de luz. O teorista de Malha da Nova Zelândia, Bruce Cathie, especula que "Todas as provas matemáticas até agora indicam que o número máximo de elementos individuais que poderão ser descobertos no universo será 144." Cada elemento pode ter, teoricamente, 6 isótopos, possibilitando 864 combinações. Cathie propõe "144 oitavas de substâncias separadas" nas quais uma oitava é composta de uma família de elementos de 6 isótopos cada. Cada nuvem de elétrons, ou camada, em sua expansão para fora a partir do núcleo atômico, pode acomodar no máximo 8 elétrons. Dessa forma, cada expansão de camada é uma função do oito (a base original da oitava), formando uma nova camada de elétrons. Cathie chama a isto de "zona harmônica" ou "harmônica de luz" totalizando 144. "A harmônica de luz é portanto igual e o ciclo foi concluído. Toda a série é uma repetição de oitavas de formas de onda" por meio da qual a realidade física é "manifestada por meio do entrelaçamento concentrado de formas de onda harmônicas.17

Essa afirmação é claramente controversa, embora bastante intrigante. Até hoje, foram descobertos 107 elementos; restando 37 não detectados, ou diríamos com mais precisão, "não manifestados até agora?" O número 144, como já vimos, é fundamental para a Malha e Adão. Um olhar mais atento a nossos números-chave expandirá as sugestões de Cathie.

Como podemos chegar a 144 elementos? Postulemos 18 oitavas solares, representando o máximo potencial expressivo do Pai solar (666, cujos dígitos somam 18) atuando nas Formas arquetípicas materiais da Mãe. Da Mãe das Formas, dizem os cabalistas, emerge a Carruagem divina (a esfera da Mãe, Binah, a terceira Sephiroth, manifesta o Hhayt. 8, um caminho de manifestação descendente chamado de Carruagem no Tarô [veja Diagrama 7]). A Carruagem de Hhayt. 8 refere-se ao número máximo de elétrons de uma camada atômica, incluindo, assim, um elemento como a forma fundamental. Agora, rearranjemos a Tabela Periódica dos Elementos, por um momento, e postulemos oito famílias de elementos, cada qual ocupando três oitavas solares. Segundo a matemática da luz (18 x 8) temos a harmônica de luz completa, 144, expressada na forma de Adão, na Terra. Assim Adão 144, como forma de vida senciente e orgânica comporta o pleno potencial expressivo dos 144 elementos deste universo. Os 144 elementos, por si mesmos, representam a interação dramática (baseada em fi 1,61, como a física em desenvolvimento da Luz) do Pai 666 e da Mãe 1080. Seu impulso elétrico combinado 1746 (ou seja, o Graal com a Estrela Resplandecente dentro) é a centelha dentro da forma de Vida, de Adão e da Terra. E em qualquer caso, os Elohim ajudam o quantum a nascer, são benfeitores divinos, e, literalmente, Padrinhos deste grandioso experimento astrofísico.

Este drama terrestre complexo todo se reduz ao número 9, chamado Tayt na Cabala. Todos os números-chave desta interação de Luz da Terra, Adão e da Malha, aparentemente, totalizam 9: 1746, 144, 1080, 666, 864, 83.808 (possíveis topos de cúpula planetários), 20.736 (número de Zodíacos planetários multiplicado por número de efígies estelares em cada um). Até mesmo os números relacionados a certos fatos todos apontam para o 9: 86.400 (média de batimentos cardíacos/dia humanos), 25.920 (número de anos de um Grande Ano de Zodíaco), 4.320.000 (anos do Mahayuga, o ciclo de tempo cósmico hindu) — sem falar do período de gestação de 9 meses dos humanos. O que, então, é o 9 que permeia a estrutura interior da Malha?

Temos de recorrer à Cabala para esclarecer esse assunto. O Tayt.9 representa o arquétipo da energia formativa "feminina" primeva, que se vale do Hhayt. 8 (a esfera de armazenamento, ou Carruagem), de toda a energia indistinta que deriva de Binah (a Sephiroth da Mãe das Formas) para construir estruturas. O Tayt. 9 é a "Fêmea" elementar, a procriadora prodigiosa de unidades de forma elementares, células individuais, combinações expressivas criadas a partir dos aglomerados de elétrons de Hhayt 8 da Mãe. No simbolismo do Tarô da Cabala (o Tarô é um sistema pictórico diretamente relacionado com a Árvore da Vida composto de uma série visual/intuitiva de representações da vida/drama associada, em parte, aos 22 caminhos). O Tayt. 9 é o Caminho da "Força do Leão." Cada caminho da Árvore é "regido" por uma Casa do Zodíaco; o Tayt. 9 é regido por Leão que, por sua vez, é regido pelo Sol. O Tayt. 9 é muitas vezes representado na simbologia do Tarô como a Mulher Escarlate (ardente com o fogo da Vida) retratada como uma primitiva e toda poderosa mulher extática, quase bêbeda, lasciva, vestida de escarlate montada num Leão/Serpente, segurando-lhes as mandíbulas abertas em triunfo. Nas mitologias mundiais, o 9 é o número da "Mãe Deusa do Mundo," a "Grande Deusa de Muitos Nomes," Ela que é Matriz do processo de vida cósmico, e, na Grécia, era o número das Nove Musas, Filhas de Mnemósine (Memória, ou seja, Binah).

Mas o que é a Força do Leão que nossa generatriz arquetípica está montando em triunfo? O simbolismo da Cabala interpreta o Leão de várias maneiras. Regulus, o coração do Leão, é a estrela mais brilhante dessa constelação e o Leão era antigamente considerado o começo do Círculo do Zodíaco. O Leão também representa a primeira formação da individualidade humana projetada no mundo das Forma (Geburah, 5a Sephiroth) do reino do Espírito (Chesed, 4a Sephiroth). O Leão, diz J.J. Hurtak, representa nossa Evolução Estelar, o Rei Sol. Dessa forma, toda a realidade solar, o Drama dos Nove, de nosso sistema local de Evolução Estelar, é codificado matematicamente na luz harmônica de Adão, Terra, Malha. O 9 é o Logos de nosso Sol, seu cartão de visitas metafísico, seu número de telefone secreto. Temos, então, a física, a geometria e a gematria da harmônica de luz específica (as oitavas solares) de nosso Rei Sol, codificadas de forma sincrônica e completa em todas as manifestações de forma em nosso mundo, em todas as personas dramáticas (como um tipo sangüíneo inerradicável ou impressão digital permanente) de seu Teatro Cristalino solar. Através de nossas vidas humanas como Filhos da Mãe na Terra, nossa Mãe local, vivemos de forma mítica, como hologramas divinamente feitos, a valência da Luz, ou Mente/Corpo/Espírito, de nosso sistema solar, Tayt. 9, a Força do Leão.

Eis em resumo do Drama dos Nove: A (Amor do Alto) Harmônica (Eletricidade, fi diferenciado como 666/1080, em cargas positivas/negativas) da Luz (AWR, 1.61, o Logos da Luz, fi) Expressada (por meio dos Elohim, o verbo angélico, agentes da implantação da vida arquetípica na forma temporal) como Adão (144, a realização eletromagnética humana de toda a potencialidade expressiva elemental, na forma de 18 oitavas solares x 8 famílias de elementos) na Terra (ARTZ, 291=12, a matriz de Malha Planetária/do Zodíaco/Távola Redonda de 12 elementos). Dessa forma, as Cúpulas Sábias dos Elohim nos ensinam o Jogo do Leão e propósito da Terra, Adão, e nosso vínculo amoroso, a Malha.

Geomancia de Adão

Assim Hermes nos passa de volta a bola. Como humanos devemos todos nos tornar geomantes para nossa Mãe, Gaia, e para nós mesmos, Adão.

No início do Tempo na Terra, o grande geomante Hermes chegou com os Elohim, os Filhos da Luz e os bíblicos "Gigantes da Terra," e estabeleceu o Calendário Megalítico Hermético Global — a Malha. Os Elohim fizeram também com que a psique humana ressoasse em harmonia com a Música das Esferas irradiada por meio de nossa Távola Redonda solar de 12 elementos local e recebida por muitos rádios da malha de pedra do templo. Isto aconteceu, supõe-se, na época da segunda Presença da Cúpula, pouco antes da encenação iminente do Drama dos Nove de Adão. O templo de Malha foi projetado para realizar a necessária ligação biopsíquica entre Céu e Terra, corporificada e vivida por Adão na Terra.

Dessa maneira, Adão e Gaia foram postos em equilíbrio, formando um laço inextricável, como manifestações e ancoragens homólogas da mesma espiral de Luz de fi fundamental. A psique humana foi ligada à Malha que, por sua vez, foi ligada, com o fim de receber som, como um holograma sônico do Logos Solar. A malha planetária e suas miniaturizações locais eram o modelo/projeto/orientação relativo à Casa, Iluminação e Paraíso. Por meio da Malha, Gaia e Adão foram mantidos em harmonia viva dentro do corpo maior do sistema solar.

Então, tivemos um começo maravilhoso. Depois de certo tempo, os Elohim/Gigantes e suas Cúpulas se foram. Estávamos por conta própria.

Geomantes humanos, treinados sob a orientação de Hermes, e em cooperação com o Reino Elemental, assumiram responsabilidade pela manutenção da Malha (que vale dizer, realmente, pela iluminação individual e coletiva), embora ainda pudessem contar com a assistência do Alto — primeiro, dos Elohim que tinham voltado à forma e moradia angélicas e, segundo, da rede extra-planetária amplamente difundida de Irmãos Espaciais benevolentes. A suposta civilização superior da Atlântida abrigava a Faculdade Planetária de Magnetismo da Malha que formou uma série de geomantes experientes. O Templo de Oralin atlante de 12 andares era a sede da geomancia, como um Pentágono das ciências magnéticas. Aqui os geomantes e técnicos em magnetismo realizavam análises ininterruptas das condições da Malha, campos de energia terrestres/solares monitorados, projetavam e instalavam vários instrumentos geomânticos de engenharia — tudo como parte de um programa global para manutenção de um sistema de Malha planetária harmonioso e profícuo em benefício de todos os seres.18

Poderíamos interpretar esses técnicos de Malha atlantes ultracientíficos como os druidas informatizados arquetípicos, pois mesmo em épocas posteriores, depois do colapso da elevada cultura atlante, os legendários druidas conservaram a sabedoria da Malha, mantendo-a em equilíbrio. Os druidas realizaram a sintonia fina do Rádio da Terra em todos os Seus locais receptores/de dial de Cúpula e miríades de fios de transmissão. Os geomantes druidas mantiveram a biosfera de Gaia a zumbir com um fluxo estável de transmissões de energia de sustento, enriquecimento e desenvolvimento da vida vindas do Alto.

Os druidas e atlantes compreendiam bem o acordo recíproco. Com Hermes, Adão aprendeu a divinação da Terra, os segredos da geomancia. Mas de Adão, Hermes esperava a divinização recíproca da Terra por meio da aplicação inteligente e amorosa da geomancia. Por quê? Porque, em essência, este programa de manutenção recíproca levaria à iluminação mútua da Mãe Terra e do Filho Adão, que é o que os Elohim tencionavam, como parte do Plano Mestre, em relação a este experimento astrofísico em particular realizado na Terra. Gaia, por meio de Sua Malha, mantém nossa Estrela Resplandecente. Nós, por meio de nossa geomancia, mantemos a Estrela Resplandecente de Gaia.

Mas por que precisamos nos preocupar hoje, em nossa confortável sociedade ocidental de computadores pessoais, cartões de crédito e carros importados novos? Por que nos aborrecer com todas esta história antiga e grandiosidade idealista de um passado druida remoto? Porque muitos ciclos evolutivos interligados universais, galácticos, solares, planetários e humanos estão todos sincronicamente se realizando e concluindo neste final do século 20. Certas obrigações encarnacionais básicas com as quais todos os humanos de bom grado concordaram, há muito tempo, como condição para habitar a Terra, todas devem ser agora cumpridas. Não se trata de uma questão da "ira dos Deuses" ou de um "Jeová colérico e desgostoso." Trata-se de uma questão do relógio cósmico.Um grande ciclo está praticamente concluído. Coisas novas estão prestes a começar. Todas as antigas questões devem ser resolvidas depressa. Este tipo de teleologia da Malha assumirá um papel maior quando examinarmos mais dois aspectos da Malha.

O planeta Terra, na teoria dos chakras, é o Chakra da Raiz Muladhara no Corpo do Logos Solar. Se imaginarmos o sistema solar como uma imensa figura humana, a Terra localiza-se, fato importante, no escroto, como centro de energia da raiz. Na realidade, toda a Malha da Terra é um modelo orgânico de múltiplas camadas da dinâmica da energia de um chakra da raiz solar, funcionando para o Sol da mesma maneira que o monte Shasta funciona para Gaia. Qual a importância do chakra da raiz?

Dormindo dentro de Gaia está a Deusa Kundalini, a tremenda energia espiritual criativa e evolutiva que transfigura, quando ativada, todo o sistema de sete chakras — do humano, da Terra, do sistema solar. A Kundalini, segundo nos informam os textos hindus tântricos, é "Aquela que mantém todos os seres do mundo por meio de inspiração e expiração e (aquela) que brilha na cavidade do Loto de raiz como uma série de luzes resplandecentes." Além disso, a Deusa Kundalini "é o receptáculo do fluxo contínuo de ambrosia que flui da Felicidade Eterna. É Seu brilho que ilumina todo este universo e este Caldeirão."19 A seqüência de abertura dos chakra vai de 2 a 7, então volta para a raiz, da qual a Kundalini desperta surge numa explosão ígnea como a serpente planando e as chamas se elevando do sushumna pelos chakras, iluminando tudo com uma luz divina que ultrapassa a resplandecência. Este é o potencial de Gaia e o papel que Dela se espera em nosso sistema solar local.

O planeta Terra é também a Palavra final do Nome Secreto de Deus, chamado na Cabala, Tetragrammaton, a Palavra de Quatro Letras, ou seja, YHWH (Yod-He-Wod-He, ou Yahweh, ou traduzindo Jeová). O Logos Solar, como mencionamos, pode ser modelado como uma Árvore da Vida com Terra em Malkuth, a 10a Sephiroth. O Tetragrammaton em parte pertence àquela ressonância composta inefável, ou harmônica, de todos os níveis de expressão desta Árvore. Isto inclui os Quatro Elementos (fogo, ar, água, terra) em todas as suas dimensões de expressão sutil e física. O Pai da Luz (Chokmah) é Yod; a Mãe das Formas (Binah/Saturno) é He (pronuncia-se Rei); a Alma de Adão (Tiphareth/Sol) é Wod; e a Terra, o Corpo de Adão (Malkuth/Terra) é o He final.

A Terra é um Coro Perpétuo da orquestra do sistema solar. Da mesma maneira que um círculo de pedra da Terra é um Disco cósmico, angelicamente gravado para o Homem, e da mesma maneira que os círculos de pedra individuais são integrantes úteis da orquestra planetária, estando todos cumprindo sua função na sinfonia solar global, também a Própria Gaia é um Disco planetário dos que estão no Alto. Gaia é uma Nota a cantar orgulhosamente no espaço infinito, encontrando seu nicho planejado, necessário e apropriado na Música das Esferas. Quando todos os discos de círculo de pedra estão afinados, quando as 12 Linhas Orobóricas ressoam igualmente no Círculo de Avebury, e quando as necessárias agulhas de cristal do espírito são posicionadas no Disco da Terra, então Gaia pode cantar He aos anjos do Céu.

Este é o significado de harmônica recíproca. É a Geomancia de Adão. Quando Gaia entoa seu He no Coro do sistema solar, a harmônica solar é concluída. Então a oitava solar é gravada, cada nota, e completamente. Então tudo passa a vibrar a uma velocidade maior e o Logos Solar entoa Sua Nota no Coro Galáctico — e assim por diante, ao Infinito, no que nos diz respeito.

É por essa razão que toda a atenção está concentrada hoje na Terra, em Sua Malha. É por isso que os Irmãos Espaciais pousam de forma tão visível em nossa terceira dimensão, por isso há tanta canalização interdimensional (dos Mestres Ascensionados e anjos, em particular) hoje, por isso o Reino Angélico está voltando à consciência humana crível, por isso a Malha é foco das atenções. Todos estão nos esperando.

A Terra é uma nota no coro solar. Quando a Terra entoar Seu He no Coro, a harmônica de luz desta Evolução Estelar será concluída, por sua vez concluindo uma harmônica de luz mais exaltada da qual faz parte. A Terra e nosso Rei estão prestes a receber uma importante iniciação solar/espiritual, que inaugurará uma nova valência de Luz, um novo espectro eletromagnético que será experimentado por nós como um salto quântico para longe da consciência materializada e para dentro do fluir livre da quarta dimensão.

Isto pode parecer remoto, abstrato e inacreditável, muito longe das linhas ley, não sendo, portanto, digno de nossa preocupação. Por que nos preocupar, afinal?

Algum tempo atrás, segundo se acredita, Hermes passou deu papel de Mestre Geomante de Gaia a seu irmão espiritual, o Arcanjo Miguel. Miguel, entre outras responsabilidades, é chamado O Guardião dos Segredos das Relações entre Céu e Terra; Ele também é o Portador do Tom da Terra e o Portador Padrão de Cristo que é o pleno potencial de Adão, a fonte do holograma do Humano. Miguel se aproxima agora de Gaia com sua Espada do Espírito em posição para o primeiro golpe. Ele já tocou Gaia no ápice de Seu fogo/tetraedro localizado no monte Balsan Cone, Carolina do Norte. O coração interior de Gaia em Avebury está programado para reativação iminente. A Malha, que passa por reavaliação estrutural, também está prestes a ser "religada," à plena força, mas a uma taxa vibratória mais alta. Teoricamente, as Cúpulas e os Elohins voltarão. O significado planetário do antigo festival britânico de Michael Mass (tradicionalmente chamado Michaelmas, em 29 de setembro) será radicalmente enriquecido.

Gaia e Adão se lembrarão da Estrela Resplandecente, presente como uma Semente imperecível de Saber e Felicidade dentro de seus corpos planetários e humanos. Devemos novamente corporificar Adão (como a Estrela Resplandecente enterrada no Sangue da Terra) habitando Gaia (como a Estrela Resplandecente enterrada no Barro da Mãe).

O que acontecerá então? Antigravidade! Haverá um novo espectro de Luz/Vida para Adão e Gaia, resultando numa mudança e mesmo transcendência do antigo campo gravitacional que nos prende com arames de ferro ao plano físico da consciência da Terra. Recentemente foi descoberta uma nova substância elementar, descobriu-se que apresenta possíveis propriedades de antigravidade, tendo sido chamada levitonium. Os cientistas especularam que o levitonium talvez tenha capacidade de impulsionar foguetes para fora do campo gravitacional da Terra.

Com um pouco do descaramento adquirido com os britânicos, proponho agora um termo para descrever as possibilidades de antigravidade nas condições da experiência humana: levitonia. Levitonia é uma espécie de tonteira inspirada pelos anjos — Elohim, se quiserem. Trata-se de uma atitude, talvez arquetípica, de risonho alheamento que nos eleva, tirando-nos direto da Terra numa flutuante pluma de diversão e hilariedade, desafiando a gravidade, derrotando a seriedade, o peso da vida na Terra que conhecemos — aqueles familiares "parâmetros de consciência astrofísica."

A levitonia, sugiro com um altivo sorriso, faz parte de nossa constituição, é algo com que nascemos naturalmente. Com o poder de flutuação da levitonia, planaremos no Corpo Luz transfigurado de Adão bem acima da querida Gaia e notaremos que Ela, também, está novamente prístina e cintilante à Sua luz resplandecente. Ela, também, mais uma vez, tornou-se nosso Jardim do Éden.

REFERÊNCIAS

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2 Graves, Tom, Needles of Stone Revisited, Gothic Image Publications, Glastonbury, England, 1978, 1986.

3 Elkins, Don, Rueckert, Carla, McCarty, James Allen, The Rat. Materia l-- An Ancient Astronaut Speaks, The Donning Company, Norfolk, VA, 1984.

4 Lessing, Doris, Briefing for a Descent into Hell, Alfred Knopf, New York, 1971.

5 Three Initiates, The Kybalion: A Study of the Hermetic Philosophy of Ancient Egypt and Greece, Yogi Publication Society, Chicago, 1912.

6 Leviton, Richard, "The Ley Hunters," East West, November 1986, pp. 70-75.

7 Clow, Barbara Hand, Eye of the Centaur: A Visionary Guide into Past Live, Llewellyn Publications, St. Paul, MN, 1986.

8 Alper, Dr. Frank, Exploring Atlantis, Volume 1, Coleman Publishing., Farmingdale, NY, 1983.

9 Baer, Randall N., Baer, Vicki V., Windows of Light: Quartz Crystals and Self-Transformation, Harper & Row, San Francisco, CA 1984.

10 Hurtak, J.J., The Book of Knowledge: The Keys of Enoch, The Academy for Future Science, Los Gatos, CA, 1973,1977.

11 Leviton, Richard, "Message of the Stones," East West, Juno 1985, pp. 53-57

12 Leviton Richard, "The Body Eletric--Healing with Nature's Energy," East West, June 1986, pp 54-61

13 Whitfield, Joseph, The Treasure of El Dorado, Treasure Publications, Roanoke, VA, 1986

14 Feild, Reshad, "Some Notes on the Subject of Ley Lines and Geomancy," published in Germany, 1986

15 Sitchin, Zecharia, The 12th Planet, Avon, New York, 1976

16 For more information on Nimitta and Blazing Star, consult Looking for Arthur, Volume 1: Joseph Seed, by Richard Leviton, 1987

17 Cathie, Bruce, The Bridge to Infinity: Harmonic 371244, Quark Enterprises/Brookfield Press, Auckland, New Zealand, 1983

18 Alper, Dr. Frank, op.cit., volume 2

19 Avalon Arthur, The Serpent Power --The Secrets os Tantric and Shaktic Yoga, Dover Publications, New York, 1974.

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